Não existia. Mas porque o amaram chegou a ser.
Rainer Maria Rilke.



Minha Família, Minha bênção!!

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Selfie do meu coração

Voltei sem ordem,
Sem cronologia, 
Sem desespero,
Sem noção,
Retornei porque quis,
Quis desabafar,
Quis resgistrar algo meu,
Quis desdenhar e desenhar,
O tempo corre e percorre,
Felipe quase cheganfo nos 8, Henrique com 1 ano e 1 mês, eu não sou mais aquela de antes, não pudera, não cabe em mim mais aquela, quiça aqui meu lamemto que não cabe literalmente no manequim e nem nos sentimentos. Outrora, deixei quem fui e sou mãe de dois meninos que crescem e me trazem desafios em mim, de mim e para mim.
Hoje me dei conta que meu bebê desmamou, hoje não quis mais, foi 1 ano, 1 mês e 16 dias de amor liquido, amo cada fase, mas me apego e me entristeço nas despesdidas hoje ele pegou o peito sugou um pouquinho como se me desse um tchau e colocou a chupeta na boca... Mais uma etapa e eu escrevo porque não posso guardar num potinho esse carinho, esse momento de amamentar e o suorzinho dele quando mamava... Escrevo como se meu coração estivesse tirando uma selfie do que estou sentindo... Escrevendo a selfie do meu coração. O desmame foi dele, foi muito tranquilo e apoio a amamentação prolongada e digna, mas nossa história foi essa, e eu amei cada segundo dela!! 
#piticocrescendo #amomuito

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Alguns anos depois, saudades do blog e um filho a mais!! ou Éramos 3 e agora 4 em um só coração!!

Começar ou recomeçar um post dizendo que estamos em dias corridos é muito  piegas....
Recomeçar num simples oi é fingimento.
postar numa lacuna como se nada tivesse acontecido, me poupe.....

Senti saudades desse cantinho, senti saudades porque sempre fez parte de mim.... senti falta porque sei que aqui está faltando algo ou melhor alguém que chegou pra completar nossa casa e família.
Nesse tempo ausente chegou um pequeno querido e amado irmão pro Felipe, o Henrique... Depois de 2 anos e meio tentando engravidar no final de fevereiro de 2014 descobri que a família iria aumentar e que minha vida novamente nunca mais seria a mesma....
Um filho, um presente, uma bênção, meus amados queridos que tanto dedico e estimo!!!
 Enfim, consegui recomeçar.....
gravidez 2014

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Na casa dos 6!!

A personalidade é construída na primeira infância, visto o sr. Felipe que conheço desde o útero e como diz meu marido ele reflete nossos defeitos e por isso nos chocamos nas personalidades... pois é. Os seis anos chegaram, o primeiro ano no ensino fundamental, alfabetização, educar, brigar, mandar todos os dias fazer 1001 vezes  as mesmas coisas e ainda ter que ouvir: "que chato, tomar banho! que chato escovar os dentes!" 
Pérai, eu disse 6 anos ou 16? 
Mas ele é um menino maravilhoso que amo de amor de coração e alma!!
Muitas novidades, escola nova, judô, tem muita sacadas na linguagem ele é incrível!!
Eu amo este meu filho!!
Bênção e herança do Senhor são nosso filhos, por isso eu o trago como um tesouro de Deus que precisa ser cuidado, investido e lapidado!!

domingo, 24 de março de 2013

Você não vai ter mais filhos... e o irmãozinho cadê?

Não comento sobre este assunto por aqui, mas realmente fica complicado para minha pessoa responder a pergunta acima. Uma porque é um assunto (era pelo menos...) um pouco restrito a mim e outro porque as pessoas não têm paciência de esperar explicar o porque o irmãozinho não veio ainda....rsrs..
Mas acho que devo me expressar o porquê ainda não temos outro filho. A primeira hipótese é que realmente Deus está na minha frente, Ele sabe o melhor tempo, e sabe que tenho confiado para que chega esse tempo!
A segunda resposta é que queremos um outro filho sim, faz quase dois anos que tenho tentado, mas estou com a Síndrome do Ovário Policisticos (SOP), o que impede a ovulação e atrasa muito a menstruação também. Faço acompanhamento com ginecologista e tomo medicações, além de realizar exames.... 
Para conhecer e entender porque tomo remédio para diabetes sem tê-la, coloco uma postagem de um blog:

A SOP é a alteração hormonal mais comum do trato reprodutivo feminino. Trata-se de uma síndrome onde é obrigatório haver 2 entre estes 3 critérios: ciclos menstruais sempre atrasados (configurando a anovulação, ou seja, a falta de ovulação todo mês), manifestações clínicas ou laboratoriais de excesso de hormônios masculinos (acne, oleosidade da pele e dos cabelos, excesso de pêlos, ou um aumento nos níveis de testosterona, detectados por exames de sangue) e presença, nos ovários, de microcistos detectáveis no ultrassom. Resumindo, se sua menstruação sempre atrasa (um ciclo menstrual é considerado normal se o intervalo entre as menstruações fica entre 25 e 35 dias – mais que isso é considerado anormal), se você tem acne ou pelos em excesso, você deve procurar seu médico para ser avaliada. E como a SOP se origina?? Aí que vem o mais interessante da história....
Atualmente sabe-se que em mais de 80% as SOPs estão relacionadas à resistência insulínica (RI). O quê?? Não entendeu nada? Vou tentar explicar. Tudo começa nos seus gens. As pessoas com SOP possuem alterações genéticas nos receptores da insulina, ou seja, a insulina não consegue agir adequadamente na célula. E para que serve a insulina? Insulina é um hormônio produzido no pâncreas que tem a função de colocar a glicose presente no sangue, após a digestão dos alimentos, para dentro das células, para que estas possam trabalhar. Nas pessoas com SOP, essa ação está prejudicada. Para compensar, o pâncreas produz mais e mais insulina. Esse excesso de insulina age nos ovários e estimula a produção de testosterona, um hormônio masculino. Em excesso, a testosterona provoca as alterações na pele e cabelos que já mencionei e também atrapalha o processo de ovulação. Sem ovular, a mulher perde a regularidade dos ciclos menstruais. Do ponto de vista ginecológico, o que a SOP pode causar de problemas: dificuldade para engravidar, já que a mulher não ovula todo mês; alterações de ordem estética e o desconforto dos ciclos irregulares. O problema é que a RI (resistência insulínica) pode levar a repercussões muito mais sérias a longo prazo. A principal delas é o maior risco de desenvolvimento de Diabetes. Mas não só isso. Sabe-se que a RI está relacionada com hipertensão arterial e maior risco de doenças cardiovasculares, como infarto e derrame. O outro ponto importante é: a obesidade leva à RI. Por isso grande parte das mulheres com SOP é obesa e muitas delas melhoram da SOP quando perdem peso. Além disso, mulheres com SOP tendem a depositar gordura na região abdominal, e isso por si só já é um fator de risco para doenças cardiovasculares. Dai a importância de tocar nesse assunto. O problema vai muito além e não pode ser abordado somente do ponto de vista ginecológico. E qual a solução do problema? Em primeiro lugar, seu médico deve fazer uma avaliação profunda, excluindo outras causas de alterações menstruais e excesso de hormônios masculinos, como doenças da tireóide, excesso de prolactina e tumores ovarianos produtores de testosterona. Em segundo lugar, deve-se solicitar a insulina e a glicemia e fazer testes específicos para diagnosticar a RI. Tratar SOP com ou sem RI é totalmente diferente. Existem medicações, como a metformina, que melhoram a RI e já foram amplamente testadas para tratar SOP com resultados na melhora da ovulação e na redução dos níveis de testosterona. Se a mulher não quer engravidar, associam-se anticoncepcionais, tanto para regularizar o ciclo quanto para amenizar as manifestações androgênicas. Existem anticoncepcionais com progestágenos de ação específica na pele e pelos, melhorando bastante essas manifestações. Por fim, e mais importante ainda, trata-se a SOP investindo em qualidade de vida, em perda de peso, em atividade física regular, em dieta com pouco açúcar, em lições para toda vida. Você não pode alterar os genes que você herdou, mas pode sim, fazer do seu dia a dia um ritual de celebração da saúde. Uma ótima semana para vocês!




sábado, 9 de fevereiro de 2013

Feliz Aniversário meu amor!

Felipe está completando 5 anos! Dois dentinhos moles, um preste a cair e um diálogo super extenso... Há cinco anos atrás eu nem imaginava o quanto essa figurinha mudaria minha vida e como passa rápido! Feliz Aniversário meu filho!





quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Dentinhos mole

Próximo a completar seus 5 anos meu filho tem seus dois dentes incisivos inferiores centrais perto a cair. Ele se queixou conosco que os dentes estavam doendo e ao verificar notamos que estão moles.
Seu primeiro dentinho apareceram bem cedo, mas sempre acompanhamos com dentista que diz que sua saúde bucal está ok!!! Embora ele tenha o "freio" preso, a dentista falou que é cedo pra ver se necessita cortar...
Ir ao dentista e também ao oftalmologista é muito importante para as crianças pequenas!! Fica a dica!!


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Uma aula sobre dinossauros!

Felipe frequenta a educação infantil, atualmente sua professora chama Ester, ele tem gostado muito de ir para a escola e embora a escola municipal tenha suas grandes dificuldades, ali ele tem aprendido letras, números, cores, formas, pesquisas, amizade, convivência e tem desfrutado juntamente com outras crianças de sua idade e de outras a fase da primeira infância!! E não é assim que é pra ser?
Criança com criança produz a cultura infantil, neste vídeo ele explica na sua linguagem pueril e sua cultura infantil sobre os dinossauros, um dos temas estudados neste ano!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Aos quatro anos...

 Aos quatro anos do Felipe,  nossa vida não é a mesma não é novidade alguma, porém não sabemos mais como é a vida de nossa família sem esse menino.
Como é interessante essa questão, até 6 anos de casados, éramos super felizes, estáveis e uma linda família, resolvemos ter um filho.... daí descobrimos que não vivemos sem ele e nossa família é feliz por sermos os 3....
Os quatro anos, está mais tranquilo do que o primeiro, acabamos nos acostumando com os filhos e eles conosco...
A fala dele é incrível, tem uma boa dicção, imaginação e decora musicas muito bem... É uma criança muito observadora, do tipo que elogia a mãe quando se arruma, percebe se pinto minhas unhas ou compro um brinco novo....
Nos surpreende com "eu te amo" várias vezes ao dia.
Porém ainda é difícil de comer e gosta que façamos as coisas para ele, um tanto preguiçoso, mas hábitos que contribuímos também. Além de sua insistência para a teimar, meu Deus, dá pra argumentar com uma criança insistente de 4 anos ??


segunda-feira, 30 de julho de 2012

Vale ler, refletir, repensar, discutir e repassar....

A revista Época publicou um artigo recentemente que vale a pena ler e repassar:


A turma do "Eu me acho"

A educação moderna exagerou no culto à autoestima – e produziu adultos 
que se comportam como crianças. Como enfrentar esse problema

CAMILA GUIMARÃES E LUIZA KARAM, COM ISABELLA AYUB

Os alunos do 3º ano de uma das melhores escolas de ensino médio dos Estados Unidos, a Wellesley High School, em Massachusetts, estavam reunidos, numa tarde ensolarada no mês passado, para o momento mais especial de sua vida escolar, a formatura. Com seus chapéus e becas coloridos e pais orgulhosos na plateia, todos se preparavam para ouvir o discurso do professor de inglês David McCullough Jr. Esperavam, como sempre nessas ocasiões, uma ode a seus feitos acadêmicos, esportivos e sociais. O que ouviram do professor, porém, pode ser resumido em quatro palavras: vocês não são especiais. Elas foram repetidas nove vezes em 13 minutos. “Ao contrário do que seus troféus de futebol e seus boletins sugerem, vocês não são especiais”, disse McCullough logo no começo. “Adultos ocupados mimam vocês, os beijam, os confortam, os ensinam, os treinam, os ouvem, os aconselham, os encorajam, os consolam e os encorajam de novo. (...) Assistimos a todos os seus jogos, seus recitais, suas feiras de ciências. Sorrimos quando vocês entram na sala e nos deliciamos a cada tweet seus. Mas não tenham a ideia errada de que vocês são especiais. Porque vocês não são.”  
O que aconteceu nos dias seguintes deixou McCullough atônito. Ao chegar para trabalhar na segunda-feira, notou que havia o dobro da quantidade de e-mails que costumava receber em sua caixa postal. Paravam na rua para cumprimentá-lo. Seu telefone não parava de tocar. Dezenas de repórteres de jornais, revistas, TV e rádio queriam entrevistá-lo. Todos queriam saber mais sobre o professor que teve a coragem de esclarecer que seus alunos não eram o centro do universo. Sem querer, ele tocara num tema que a sociedade estava louca para discutir – mas não tinha coragem. Menos de uma semana depois, McCullough fez a primeira aparição na TV. Teve de explicar que não menosprezava seus jovens alunos, mas julgava necessário alertá-los. “Em 26 anos ensinando adolescentes, pude ver como eles crescem cercados por adultos que os tratam como preciosidades”, disse ele a ÉPOCA. “Mas, para se dar bem daqui para a frente, eles precisam saber que agora estão todos na mesma linha, que nenhum é mais importante que o outro.”
A reação ao discurso do professor McCullough pode parecer apenas mais um desses fenômenos de histeria americanos. Mas a verdade é que ele tocou numa questão que incomoda pais, educadores e empresas no mundo inteiro – a existência de adolescentes e jovens adultos que têm uma percepção totalmente irrealista de si mesmos e de seus talentos. Esses jovens cresceram ouvindo de seus pais e professores que tudo o que faziam era especial e desenvolveram uma autoestima tão exagerada que não conseguem lidar com as frustrações do mundo real. “Muitos pais modernos expressam amor por seus filhos tratando-os como se eles fossem da realeza”, afirma Keith Campbell, psicólogo da Universidade da Geórgia e coautor do livro Narcisism epidemic (Epidemia narcisista), de 2009, sem tradução para o português. “Eles precisam entender que seus filhos são especiais para eles, não para o resto do mundo.”
Em português, inglês ou chinês, esses filhos incensados desde o berço formam a turma do “eu me acho”. Porque se acham mesmo. Eles se acham os melhores alunos (se tiram uma nota ruim, é o professor que não os entende). Eles se acham os mais competentes no trabalho (se recebem críticas, é porque o chefe tem inveja do frescor de seu talento). Eles se acham merecedores de constantes elogios e rápido reconhecimento (se não são promovidos em pouco tempo, a empresa foi injusta em não reconhecer seu valor). Você conhece alguém assim em seu trabalho ou em sua turma de amigos? Boa parte deles, no Brasil e no resto do mundo, foi bem-educada, teve acesso aos melhores colégios, fala outras línguas e, claro, é ligada em tecnologia e competente em seu uso. São bons, é fato. Mas se acham mais do que ótimos.
“Esse grupo tem dificuldade em aceitar críticas e tarefas que não consideram a sua altura”, diz Daniela do Lago, especialista em comportamento no trabalho e professora da Fundação Getulio Vargas. Daniela conta que, recentemente, uma das empresas para a qual dá consultoria selecionava candidatos ao cargo de supervisor. A gerente do departamento de marketing fazia as entrevistas, e uma de suas estagiárias a procurou, se candidatando ao cargo. A gerente disse que gostara da iniciativa ousada, mas respondeu que a moça ainda não estava madura nem preparada para assumir a função. Ela fora contratada havia apenas dois meses. Mesmo assim não gostou da resposta. “Achou que sofria perseguição”, diz Daniela. Dentro das empresas brasileiras, esse tipo de comportamento já foi identificado como a principal causa da volatilidade da mão de obra jovem. A Page Personnel, uma das maiores empresas de recrutamento de jovens em início de carreira, fez um levantamento entre brasileiros de até 30 anos sobre suas expectativas de promoção. Quase 80% responderam que pretendem mudar de empresa se não forem promovidos.

A expectativa exagerada dos jovens foi detectada no livro Generation me (Geração eu), escrito em 2006 por Jean Twenge, professora de psicologia da Universidade Estadual de San Diego. No trabalho seguinte, em parceria com Campbell, ela vasculhou os arquivos de uma pesquisa anual feita desde os anos 1960 sobre o perfil dos calouros nas universidades. Descobriu que os alunos dos anos 2000 tinham traços narcisistas muito mais acentuados que os jovens das três décadas anteriores. Em 2006, dois terços deles pontuaram acima da média obtida entre 1979 e 1985. Um aumento de 30%. “O narcisismo pode levar ao excesso de confiança e a uma sensação fantasiosa sobre seus próprios direitos”, diz Campbell.

Os maiores especialistas no assunto concordam que a educação que esses jovens receberam na infância é responsável por seu ego inflado e hipersensível. E eles sabem disso. Uma pesquisa da revista Time e da rede de TV CNN mostrou que dois terços dos pais americanos acreditam que mimaram demais sua prole. Sally Koslow, uma jornalista aposentada, chegou a essa conclusão depois que seu filho, que passara quatro anos estudando fora de casa e outros dois procurando emprego, voltou a morar com ela. “Fizemos um superinvestimento em sua educação e acompanhamos cada passo para garantir que ele tivesse sua independência”, diz ela. “Ao ver meu filho de quase 30 anos andando de cueca pela sala, percebi que deveria tê-lo deixado se virar sozinho.”
A mensagem
Para os mimados
É possível combater na vida adulta os efeitos de uma criação permissiva demais
Para os pais
Inflar a autoestima das crianças não é o melhor caminho para o sucesso delas na vida adulta
 
Que criação é essa que, mesmo com a garantia da melhor educação e sem falta de atenção dos pais, produz legiões de narcisistas com dificuldade de adaptação? Os estilos de criação modernos têm em comum duas características. A primeira é o esforço incansável dos pais para garantir o sucesso futuro de sua prole – e esse sucesso depende, mais do que nunca, de entrar numa boa universidade e seguir uma carreira sólida. Nos Estados Unidos, a tentativa de empacotar as crianças para esse modelo de vida começa desde cedo. Escolas infantis selecionam bebês de 2 anos por meio de testes. Isso acontece no Brasil também. No colégio paulista Vértice, um dos mais bem classificados no ranking do Enem, há fila para uma vaga no jardim da infância.

O segundo pilar da criação moderna está na forma que os pais encontraram para estimular seus filhos e mantê-los no caminho do sucesso: alimentando sua autoestima. É uma atitude baseada no Movimento da Autoestima, criado a partir das ideias do psicoterapeuta canadense Nathaniel Branden, hoje com 82 anos. Em 1969, ele lançou um livro pregando que a autoestima é uma necessidade humana. Não atendida, ela poderia levar a depressão, ansiedade e dificuldades de relacionamento. Para Branden, a chave para o sucesso tanto nas relações pessoais quanto profissionais é nutrir as pessoas com o máximo possível de autoestima desde crianças. Tal tarefa, diz ele, cabe sobretudo a pais e professores. Foi uma mudança radical na maneira de olhar para a questão. Até a década de 1970, os pais não se preocupavam em estimular a autoestima das crianças. Temiam mimá-las. O movimento de Branden chegou ao auge nos Estados Unidos em 1986, quando o então governador da Califórnia, George Deukmejian, assinou uma lei criando um grupo de estudos de autoestima. Os pesquisadores deveriam descobrir como as escolas e as famílias poderiam estimulá-la.
Os pais reuniram esses dois elementos – o desejo de ver o filho se dar bem na vida e a ideia de que é preciso estimular a autoestima – e fizeram uma tremenda confusão. Na ânsia de criar adultos competentes e livres de traumas, passaram a evitar ao máximo criticá-los. O elogio virou obrigação e fonte de trapalhadas. Para fazer com que as crianças se sintam bem com elas mesmas, muitos pais elogiam seus filhos até quando não é necessário. O resultado é que eles começam a acreditar que são bons em tudo e criam uma imagem triunfante e distorcida de si mesmos. Como distinguir o elogio bom do ruim? O exemplo mais comum de elogio errado, dizem os psicólogos, é aquele que premia tarefas banais. Se a criança sabe amarrar o tênis, não é necessário parabenizá-la por isso todo dia. Se o adolescente sabe que é sua obrigação diária ajudar a tirar a mesa, diga apenas obrigado. Não é preciso exaltar sua habilidade em dobrar a toalha. Os elogios mais inadequados são feitos quando não há nada a elogiar. Se o time de futebol do filho perde de goleada – e o desempenho dele ajudou na derrota –, não adianta dizer: “Você jogou bem, o que atrapalhou foi o gramado ruim”. Isso não é elogio. É mentira.
Para piorar, um grupo de psicólogos afirma agora que a premissa fundamental do movimento da autoestima estava errada. “Há poucas e fracas evidências científicas que mostram que alta autoestima leva ao sucesso escolar ou profissional”, diz Roy Baumeister, professor de psicologia da Universidade Estadual da Flórida. Ele é responsável pela mais extensa e detalhada revisão dos estudos feitos sobre o tema desde a década de 1970. Descobriu que a autoestima alta é provocada pelo sucesso – não é causa dele. Primeiro vêm a nota boa e a promoção no trabalho, depois a sensação de se sentir bem – não o contrário. “Na verdade, a autoestima elevada pode ser muitas vezes contraproducente. Ela produz indivíduos que exageram seus feitos e realizações.” Outra de suas conclusões é que o elogio mal aplicado pode ser negativo. “Quando os elogios aos estudantes são gratuitos, tiram o estímulo para que os alunos trabalhem duro”, afirma.
  
Narcisistas sem rumo
Com uma visão distorcida de suas qualidades, com dificuldade para lidar com as críticas e aprender com seus erros, muito jovens narcisistas não conseguem se acertar em nenhuma carreira. Outros vão parar na terapia. Esses jovens acham que podem muito. Quando chegam à vida adulta, descobrem que simplesmente não dão conta da própria vida. Ou sentem uma insatisfação constante por achar que não há mais nada a conquistar. Eles são estatisticamente mais propensos a desenvolver pânico e depressão. Também são menos produtivos socialmente.

 Em terapia desde os 15 anos, Priscila Pazzetto tem hoje 25 e não hesita em dizer que foi e ainda é mimada. “Uma vez pedi para minha mãe me pôr de castigo, porque não sabia como era”, afirma. Os pais se referem a ela como “nossa taça de champanhe”, a caçula de três irmãos que veio brindar a felicidade da família num momento em que seu pai lutava contra um câncer. “Nasci no Ano-Novo. Quando assistia às chuvas de fogos na TV, meus pais diziam que aquilo tudo era para mim, para comemorar meu aniversário”, diz Priscila.
Quando cresceu, nada disso a ajudou a terminar o que começava. Tentou inglês, teatro, tênis, caratê, futebol, jiu-jítsu e natação. Interrompeu até o hipismo, pelo qual era apaixonada. Estudou em sete colégios particulares de São Paulo e, com frequência, seu pai precisou interferir para que ela passasse de ano. Passou em três vestibulares, mas não concluiu nenhum curso superior. “Simplesmente não me sinto motivada a ir até o fim”, afirma. Ainda morando com os pais, Priscila acaba de fazer um curso técnico de maquiagem e diz que arrumou emprego na butique de uma amiga. Tenta de novo começar.

 Claro, nem todos da turma do “eu me acho” estão sem rumo. Muitos são empreendedores bem-sucedidos, e seu estilo de vida – independente, inquieto, individualista – tem defensores ferozes. Um deles é a escritora americana Penelope Trunk, uma ex-jogadora de vôlei de praia que se tornou a maior propagandista da geração nascida na década de 1980, chamada nos Estados Unidos de geração Y. “Qual o problema em se sentir o máximo?”, diz ela. “Se você se sente incrível, tem mais chances de fazer coisas incríveis, sem ligar para pessoas que recomendam o contrário.” Quando os integrantes da turma do “eu me acho” conseguem superar o fato de não ser perfeitos e se põem a usar com dedicação a excelente bagagem técnica e cultural que receberam, coisas muito boas podem acontecer.
Aos 20 anos, no início de sua carreira, o paulistano Roberto Meirelles, hoje com 26, conseguiu seu primeiro estágio. Seu sonho era se tornar diretor de arte. Morava com a mãe numa casa confortável, tinha seu próprio carro e não sofria nenhuma pressão para sair de casa. Resolveu trabalhar até de graça. Aos 24 anos, foi promovido e assumiu o cargo que almejava. Chamou os amigos e deu uma festa. Seus pais ficaram orgulhosos. Sete meses depois, assinou sua carta de demissão. Não era aquilo que ele realmente queria. Seus antigos colegas de trabalho riram ao ouvir que ele estava deixando a agência para “fazer algo em que acreditava”. Seus pais não compreenderam o que ele queria dizer com “curadoria de conhecimento”, expressão que usou para definir seu empreendimento. Apesar da descrença geral, ele foi em frente e criou com dois amigos uma empresa que seleciona informação e organiza estudos sobre temas diversos, para vendê-los no mercado corporativo e para pessoas físicas. Com dois anos recém-completados, a Inesplorato conseguiu faturamento de R$ 1,4 milhão. “Minha maior conquista foi conseguir ganhar dinheiro com uma ideia própria. Eu amo isso”, diz Meirelles.
Uma das conclusões a que o psicólogo Baumeister chegou na revisão dos estudos sobre autoestima pode servir de esperança para os jovens da geração “eu me acho” que ainda estão perdidos: a autoestima produz indivíduos capazes de fazer grandes reviravoltas em sua vida. Justamente por ter um ego exaltado, eles têm a ferramenta para ser mais persistentes depois de um fracasso. Em seu último livro, Força de vontade (Editora Lafonte), Baumeister dá outra dica de como conduzir a vida: ter controle dos próprios impulsos é mais importante que a autoestima como fator de sucesso. “A força de vontade é um dos ingredientes que nos ajudam a ter autocontrole. É a energia que usamos para mudar a nós mesmos, o nosso comportamento, e tomar decisões”, disse ele a ÉPOCA no ano passado.
Também há esperança para os pais que se pegam diariamente na dúvida sobre como lidar com suas crianças. Muitos deles conseguem criar seus filhos equilibrando limite e afeto e ensinando a lidar com frustrações sem ferir a autoestima (leia os quadros acima). Na casa de Maria Soledad Más, de 49 anos, e Helder, de 35, pais de Natália, de 9 anos, e Mariana, de 11, os direitos estão ligados ao merecimento e a responsabilidades. “As meninas aprenderam a lidar com erros e frustrações desse jeito”, diz Helder. Para Mariana, uma frustração é não ter celular, já que a maioria das amiguinhas tem seu próprio aparelho. “Explico a ela que ter celular envolve responsabilidade e que ela é muito nova”, diz a mãe. “Claro que esse assunto sempre volta à tona, mas não incomoda. Ela acata bem nossas decisões.”
Esses modelos de criação domésticos são chamados pelos psicólogos de “estilo parental”. Não é uma atitude isolada ou outra. É o clima emocional criado na família graças ao conjunto de ações dos pais para disciplinar e educar os filhos. Eles começaram a ser estudados em 1966 pela psicóloga Diana Baumrind, pesquisadora da Universidade da Califórnia em Berkeley. De acordo com sua observação, ela dividiu os pais em três tipos: os autoritários, os permissivos e aqueles que têm autoridade, os competentes. O melhor modelo detectado por psicólogos, claro, são os pais competentes. Eles são exigentes – sabem exercer o papel de pai ao impor limites e regras que os filhos devem respeitar –, mas, ao mesmo tempo, são flexíveis para escutar as demandas das crianças e ceder, se julgarem necessário. A criança pode questionar por que não pode brincar antes de fazer o dever de casa, e eles podem topar que ela faça como queira, contanto que o dever seja feito em algum momento. Mas jamais admitirão que a criança não cumpra com sua obrigação. Ao dar limites, podem ajudar o filho a aprender a escolher e a administrar seu tempo. Os filhos de pais competentes costumam ser muito responsáveis, seguros e maduros. Têm altos índices de competência psicológica e baixos índices de disfunções sociais e comportamentais 
Os piores resultados vêm da criação de pais negligentes. Eles não são exigentes, não impõem limites e nem estão abertos a ouvir as demandas dos filhos. Segundo pesquisas brasileiras – com amostras pequenas, que não devem ser tomadas como definitivas –, esse é o estilo parental que predomina no país nos últimos anos. Quando se fala em estilo negligente de criação, isso não quer dizer que a criança está abandonada e não receba o suficiente para suprir suas necessidades materiais e de afeto. O problema é mais sutil. Com medo de parecer repressores, esses pais hesitam em impor limites. “É uma interpretação errônea dos modelos educacionais propostos a partir da década de 1970. Eles pregavam que a criança não deveria ser cerceada para que pudesse manifestar todo seu potencial”, diz Claudete Bonatto Reichert, professora do Departamento de Psicologia da Universidade Luterana do Brasil. “Provavelmente, a culpa que os pais sentem por trabalhar fora leva a isso.”

Se parece difícil implantar em sua casa o modelo dos pais com autoridade, ainda há outra esperança. Nem todos concordam que os pais sejam totalmente responsáveis pela formação da personalidade dos filhos. A psicóloga britânica Judith Harris, de 74 anos, ficou famosa por discordar do tamanho da influência dos pais na criação dos filhos. Para ela, se os filhos lembram em algo os pais, não é graças à educação, mas à genética. “Os pais assumem que ensinaram a seus filhos comportamentos desejáveis. Na verdade, foram seus genes”, afirma. O resto, diz Judith, ficará a cargo dos amigos, a quem as crianças se comparam. É por isso que ela acha inútil tentar dar aos filhos uma criação diferente da turma do “eu me acho”. “Houve uma mudança enorme na cultura”, afirma. “As crianças são vistas como infinitamente preciosas. Recebem elogios demais não só em casa, mas em qualquer lugar aonde vão. O modelo de criação reflete a cultura.”







domingo, 1 de julho de 2012

A catapora, não sente frio e tomando partido!

Bom, em tempos que não dá pra atualizar este blog, porém graças a Deus temos acompanhado a educação plena do meu filho.... Ausência só no blog não é mesmo?
Um dos motivos desse texto, é que a catapora chegou por aqui, no dia 14 de junho começaram aparecer as bolinhas d'água pelo corpo do Felipe. Segundo ele, um amigo deu a catapora pra ele. Daí teve que ficar ausente da creche por 10 dias, teve febre nos dois primeiros dias e depois tratamos com antialérgico e com banho roxinho e instrução para não se coçar.... hehehe... Ele foi bem bonzinho, porém acho que vai ficar com algumas marquinhas ainda... ficou nesses dias em casa sem sair, o dó... ele dizia assim: Eu vou dar a catapora pra mamãe, a mamãe vai dar pro papai e o papai vai dar de novo pra mim, temos que sair de casa...hehehe... A ideia, teve certo sentido porque agora minha sobrinha pegou tadinha, bebezinha!!!
Os dias de inverno começaram por aqui, manhã bem fria, tarde fresca e a noite temperatura cai, mas o menino aqui não sente frio!! Quer todo dia colocar camiseta e bermuda, todo dia é briga geral pra ele colocar calça e blusa de frio!!!
Espelho do pai, tudo que o pai faz ele quer fazer, já tomou partido, se o pai está de bermuda, mais um argumento pra ele não colocar calça, banho então não quer tão quente. Acho que não sente frio mesmo...rsrs....E tomou de vez e escancaradamente o partido do pai, só no time que não porque é Corinthiano e o pai não.


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Um pouco de desabafo, desafeto e birrices..

Não sei nem por onde começar, muito menos por onde começou tamanha situação que estamos vivenciando em casa com o sr. Felipe... Me rendo aos pés de Deus e peço muiiiiiita misericórdia, sabedoria e mais que tudo paciência, porque o rapazinho aqui tá birrento... Veja aos seus 4 anos, é capaz de dizer à professora que vai destruir a escola e vai bater nela, eu não aceito essas palavras e as rejeito em nome de Jesus...
Estamos tentando criar um ser humano que seja educado, honesto, e seja um cidadão que não queira tirar vantagens sobre os outros, que saiba o limite entre o poder e o ter... e reconheça o valor a vida, que tenha uma fé, centrada em Deus, e possua seus valores.
Acho importante saber onde queremos chegar com nossos filhos, quem queremos formar e como a criança está ... Assim delimito sua educação... fico brava, converso e o limito, sem ver tv por 7 dias e sem joguinhos no celular também.... Pedir desculpas é algo complicado também, pois seu orgulho não deixa, mas prefiro assim, ainda que difícil quero educá-lo hoje, por que o amo.
Nosso amor escolhe entre fazer o que quer e achar que é coisa de criança, ou aceitar que é uma situação que precisa ser corrigida agora, quando criança.
Porém neste momento estou paciente, procurando entregar a Deus a situação, descansando que vamos passar por essa tempestades... A ira do Felipe não e saudável, seus desafetos diante de pessoas que ele ama, me chateia muito, assim como suas birrices, mas eu o amo ao ponto de dizer, passe por cima de seu orgulho, vamos peça desculpas, quando você brigou não teve vergonha, deve ficar feliz por pedir desculpas e querer as coisas boas.... 
Poti, a arara mascote da Turma da Arara Azul da escola, veio nos visitar!


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

4 anos, filho parabéns

‎08/02/2008.... foi o dia que meu grande amor nasceu... O dia que mudou minha vida, minha concepção de mundo, de criança de vida. Dia que mudou meu olhar sobre tudo... Que deixei de pensar só em mim... mas por nós.... Nascimento do Felipe!
Filho você é uma bênção na minha vida!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Sobre natal, tédio, novela...

       Nosso natal foi uma bênção, muito bom, família unida e comida boa. Tivemos uma ceia gostosa e celebramos a chegada de Jesus, as crianças se divertiram, brincaram e brigaram também, minha sobrinha recém chegada só queria saber de mamá no teté da mamãe, enfim uma família unida e ouriçada como diz o compositor, mas graças ao bom Deus tudo ocorreu bem!!
              Tivemos a visita nesse período de amigos que partiram pro Rio e vieram nos ver, (sinto tanta falta deles no dia a dia... ) e nem tiramos uma foto, que chato : /
        Mas recentemente vi uma reportagem que fala sobre a tristeza no período de fim de ano, e sabe as vezes bate mesmo uma certa tristezinha, mal confessada pra não soar como ingrata, mas é difícil reconhecer muitas vezes que mesmo tendo tudo bate uma leve, e graças a Deus uma momentânea, tristeza. Digo isso porque não gosto de focar em tristeza desnecessária, longe de mim isso, mas a tristeza vem do tédio... A correria desse século não nos permite poder parar e quando paramos nos sentimos entediado e vai-se-a entender o ser humano que corre o ano inteiro pra parar no final e ficar entediado? 
       No montante disso tudo tem um filho de 3 anos que é parte de mim, e fica 24 horas comigo, e numa confissão bem restrita do meu intimo dou-me o direito de as vezes me queixar da falta de tempo de ser somente eu, como individuo e pessoa singular, mas longe de mim querer reclamar da minha pequena bênção.
      Engraçado que mesmo escrevendo num blog "meu" não consigo me permitir ser eu mesma e me queixar as vezes? 
     Sei que há males no mundo, mas como num momento eu eu mesmo e irene, me conflito comigo de me queixar do tédio, da falta de ser individuo e do tédio. Não sou desocupada, claro que há armários pra arrumar, desfazer de papeis e outros planejamentos, mas me largar no tédio é uma oportunidade de me ver e rever e como numa roda gigante eu me volto ao topo e agradeço a Deus por minha vida, mas que loucura de poeta eu sou? 
     Enfim, mas loucura que isso é eu me permitir a acompanhar ai sim uma novela "a vida da gente", que me prende naquele instante e assim fico restrita receosa e aflita com as próximas cenas....
    2011 etá se findando e vamos iniciar novamente a labuta e muitas vitórias... glória a Deus por isso!
                                                      “Em tudo, dai graças,
                      porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”

                                                          1 Tessalonicenses 5:18
Até logo! 




sábado, 24 de dezembro de 2011

Natal

foto da web.

Meu Jesus Salvador.... obrigada por cuidar de mim!!! Entrego minha vida e da minha família para Ti!!
Essa data tão especial (simbólica) tem que fazer parte deste meu cantinho!!
Jesus.... Jesus... príncipe da paz!! Seja louvado neste dia!!!
Um feliz natal com muitas comidinhas, mas com oração a Jesus, Ele cuida de mim, Ele cuida de você e cuida certamente de nossas crianças!! 
                             
Feliz Natal
Recados Animados para o Orkut!
           

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O tempo infantil



A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Mário Quintana

Quantas vezes ouvimos as crianças falarem assim: "amanhã fui no shopping" ... o tempo delas é o presente, o agora e não se preocupam com o amanhã, na preocupação de um adulto que tem suas tarefas a cumprir e seu tempo! as crianças não ligam pro tempo, por isso amanhã foram algum lugar referindo-se a ontem, ou então dizem ontem fui na praia, mas o que querem dizer que foram na última férias há seis meses, por isso o tempo da criança não é esperar... Quantas vezes falamos a elas, espere que chega sua vez, espera pra falar que te ouço, espera ai que vou te pegar... Esperar pra quê se estou vivendo, essa é a ação da criança!!!
Pensando nisso, observo que ano passado meu filho ainda usava fralda e mamava mamadeira e até fevereiro nem tinha 2 anos e que nesse ano completou 3 anos deu "baita" salto no desenvolvimento e que já está próximo de completar 4 anos!!
 Nossa, é muita mudança para uma criança só, mas a verdade que é muito rápido mesmo e não temos noção de tanta coisa que acontece com eles que jamais acontecerá novamente dessa forma em suas vidas. O período da infância é onde ocorre mais aprendizagens, mais experiências e mudanças mais radicais e rápidas e nenhum outro período as mudanças são tão rápidas quanto uma criança vive!!!
UAU!!!!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Peso e medidas...

Nunca escondi minha inteira insatisfação com o peso do Felipe, que ele é uim de comer nunca foi segredo pra ninguém, que eu me conformei com o pouco que ele come e que ainda temos que lutar e relutar para que ele tenha uma alimentação saudável e equilibrada e que é cansativo demais!
Como é terrível ter que ficar arrumando jeitos e trajeitos para que a criança coma, nada atrai e o agrada, ele não gosta de comer e daí temos que insistir e muito para que coma... Porém os dois pediatras que o Felipe teve nunca foram a favor de passar vitaminas para ele e eu sempre confiei porque embora ele seja magro ele é saudável.
Porém de tempos para cá, percebemos uma pequena melhora em sua alimentação, estava mantendo um certo equilibrio na alimentação, comendo pouco mas com frequência, isso fez com que ele equilibrasse seu peso e ficamos bem felizes!
Na semana passada Felipe apresentou febre na quarta feira, até delirou, depois quinta também!
Resultado disso foi a alimentação que zerou, não aceitou mais nada, rejeitou leite, bolachas e principalmente comidas, após uma semana disso já notamos que ele emagreceu um pouco e percebemos que voltamos a estaca zero e começaremos novamente a insistência para ele comer!
Segundo o pediatra essa fase vai passar e quando ele estiver com uns 14 anos vou pdeir para parar de comer!! :/
Esse pediatra é bem perseverante mesmo...rsrsrs...

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Ele foi pajem e não entrou!

Eu sei que meu filho é tímido, ou está tímido, não gosta de apresentações na igreja ou na escola. E na última festa de apresentação que tivemos na escola dele, ficou o tempo todo chorando e segurando a mão de uma professora.
Porém meu irmão convidou-o para orgulho da mãe a ser pajem do seu casamento, e nós aceitamos já alertando o tio que provavelmente ele não entraria! Conversamos muito com ele,incentivamos, mas no fundo sabiamos que ele não entraria! Então porque deixei ele ir?
Porque ele precisa ter situaçãos de conflito para decidir se vai enfrentar a timidez ou não... Até a entrada da igreja ele estava eufórico com a daminha linda, falando que ia entrar que a noiva estava linda e caminhou até a porta, porém diante das câmeras e do público ele travou. Ficou chorando e a daminha chamando ele. eu desci do altar e fui buscá-lo. A daminha pegou as alianças e decidiu ir sozinha (muito bom!!) e eu segurei em sua mãozinha e o levei pro altar. Fiquei calada e sem graça, mas entendo que é uma criança e não me envergonho por ele, fiquei orgulhosa por ele tentar e por ter tido uma escolha! O casamento prosseguiu lindo e maravilhoso, mas todos pergutavam porque ele não entrou?
Acho que foi muita pressão e responsabilidade pro menino tímido!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Companheiro e quase irmãos!

Estávamos percebendo que o Felipe ficava muito tempo sozinho depois que chegava da escola. Brincava um pouco, dormia e queria ficar assistindo televisão. Também estava bem "individualista" (além do que a idade permitia) e muito sozinho. Decidimos que ele precisava de um amigo por mais tempo, nossa primeira iniciativa antes do irmão foi um animal de estimação!
Eu não sou chegada muito a bichos e o Felipe tinha muito medo de cachorros... Decidimos então que seriau m filhote de cachorro que não crescesse porque não ficaria no quintal mas sempre dentro de casa. Compramos então um lhasa apso, marrom que estava com 3 meses... Levamos o Felipe para escolher qual queria e decidimos o nome juntos! DOKI!(Quase ninguém sabe porque esse nome...rsrs...)
Assim, o Felipe foi se acostumando, ficando mais carinhoso e sapeca com o cachorro, brinca com ele e tem ciúmes também. No começo ele ficava escondendo os brinquedos do Doki e colocou a culpa no cachorro por duas artes que ele fez, logo percebeu que a peripecia não colava e parou...
O Doki também como um irmão caçula fica provocando o mais velho, late pra ele, pula nele, rouba os brinquedos dele e corre pra casinha com eles e os dois ficam disputando brinquedo e atenção do pai!
Quando levamos o Doki no petshop para tomar banho e o deixamos lá o Felipe chorou como irmão que briga mas ama!!
Estamos muito felizes com o novo membro da família! Uma graça!


domingo, 11 de setembro de 2011

Não se pode colocar tudo em escritas...

Vivendo, pela graça de Deus estamos muito bem! Cada dia que passa o Felipe cresce em estatura e também em aprendizado, e não é pra ser assim?
Estamos cheios de coisas pra contar no blog: a vinda do nosso pequeno cãozinho que trouxe significativas mudanças para o Felipe, minhas dificuldades em lidar com o temperamento, timidez e "rabugentices" do meu filho, o quanto fico orgulhosa dele em seu desenvolvimento, em quanto estou feliz comigo em minhas conquistas pessoais, que teremos uma sobrinha! Que também estamos pensando em outro bebê.... Enfim não dá para descrever aqui o vivenciamos, o que sentimos e o que temos experimentado a cada dia! Fico chateada por deixar passar o dia dos pais, passeios e frustações juntos neste pequeno memorial familiar... mas o vivido e experimentado é mais intenso e dinâmico e assim não sustento em palavras escritas tudo aquilo que gostaria de escrever, quando vejo passou....
Uma coisa não passa e essa minha memória é fresca em dizer, o amor e palavra de Deus viva em nós essa jamais passará! E tenho dito!
Ju


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